Sinceramente, tá cada vez mais difícil escrever alguma coisa aqui pra vocês. Em todo post (meu, pelo menos), sempre vem um textinho antes da informação principal. E especialmente nesta crítica, eu não consegui pensar em nada pra escrever, então coloquei essa baboseira mesmo. Vamos logo pro que interessa: o filme.
O que eu vou relatar aqui não é mentira: tem filme de terror que eu dou mais risada do que esse filme de comédia. Não sei se é porque eu prefiro sarcasmo ou humor negro, ou se o filme realmente tava sem graça. Mas já haviam me alertado sobre isso antes mesmo de eu assisti-lo. Não vou dizer que fiquei de cara fechada o filme inteiro, as piadas arrancavam alguns sorrisos. Mas rir ou gargalhar, nem perto.
Mas não é porque não me agradou que irá desagradar a todos. O filme possui sim, qualidades. É bem criativo e original com suas piadas pouco engraçadas. O enredo está bom, os efeitos também. O elenco fez sua parte. O que não agradou mesmo foi a falta de comédia no filme que é ou era pra ser de comédia.
O humor feito com fatos históricos e grandes figuras da história foi um ponto positivo (mesmo eu não rindo nem um pouco). Figuras como Einstein, Bin Laden e até o Tio Adofl foram mencionados no filme que, aliás, é um documentário. E para realmente parecer um documentário, se valeram de depoimentos de figuras famosas, como o cantor Caetano Veloso, o escritor Paulo Coelho, a atriz Suzana Vieira (que por sinal, esculachou o pobre biografado) e até o ex-presidente da república Fernando Henrique Cardoso. Gostei muito dessa ideia.
Famosos não estão só envolvidos em depoimentos na história. Estão na história também. Celebridades como Marilyn Monroe, o ex-presitende americano John F. Kennedy, Karol Wojtyla (vulgo Papa João Paulo II) e a cantora e atriz luso-brasileira Carmem Miranda. Aliás, fizeram dois trocadilhos com essas duas últimas celebridades, durante o filme. Quem deve ter gostado também foi a torcida do Corinthians, já que usaram seu ‘grito de guerra’ no filme. Trocadilhos um tanto horrendos, mas inteligentes: “Aqui tem oum bando de louco, louco por ti, Wojtyla” (lê-se Voitila), mas eu tive pena mesmo foi da Carmem “Merenda”.
No geral, o filme não chegou nem perto do que eu realmente esperava. Os Cassetas já fizeram produções infinitamente melhores que essa, que deixou muito a desejar.
Ah, me perguntaram qual a ligação do começo com o final do filme. Simples e complexa ao mesmo tempo. Matar o Bial (sonho de alguns) no começo é consequência do final, onde o próprio manda matar o Agamenon (Hubert Aranha). Quanto ao resto, não preciso nem explicar, não é?





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